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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Panning!

Olá gente!

Hoje falaremos um pouco sobre Panning!
 Que nada mais é do que um “efeito” realizado na hora de fazer a foto que mostra o movimento da cena! Você pode utilizá-lo para “borrar” o fundo e assim mostrar como o seu assunto está em movimento. 
O objetivo sempre será ter uma foto (que está parada) mostrando movimento.

CURIOSIDADE:
Me interessei pelo tema e busquei saber mais sobre doque se tratava e o mais interessante é que encontrei um post muito interessante da Famosa Fotógrafa Cláudia Regina que dá super dicas no site Dicas de Fotografia, mas o mais interessante foi que ao chegar lá encontrei uma foto do nosso Professor Luciano de Sampaio, o Luc! Legal... Segue abaixo então a foto e algumas dicas que encontrei lá e no site Sobre Fotografar...


Posso fazer isto no Photoshop?
Sim, você pode fazer isso depois por Photoshop. Mas, sinceramente: não o faça! A edição não só é trabalhosa como dificilmente ficará com o look verdadeiro que sempre procuramos nas fotos.Se achar que deve, selecione o fundo e vá em Filter > Blur > Motion Blur.
Qual é o Segredo?
Para dominarmos esse tipo de efeito é preciso prática. Tente fazer isso em várias fotos. Teste com diferentes velocidades e acompanhando diferentes objetos.
O passo a passo:
Selecione uma velocidade baixa. Assim você conseguirá uma exposição mais demorada (tendo tempo suficiente para borrar uma parte da cena)
  • Aponte para o seu assunto, que está se movendo, e mova a câmera junto com ele
  • Clique e comece a tirar a foto
  • Continue seguindo o seu assunto com a câmera!
  • A exposição irá terminar e, se você conseguiu seguir a velocidade do assunto com sua câmera ele deverá estar nítido enquanto o fundo ficou desfocado. Essa é a parte que precisa de prática ;)
e abaixo outras fotos mostrando os tipos de panning existentes:

panning 


panning circular


panning zoom



Ok gente então é isso aí! 
Agora é só pegar a câmera e sair fotografando!!
Até a próxima!!


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Um giro de 360°

Quarta-Feira é dia de: Técnica

Josh Sommers

Ao olharmos pela primeira vez uma fotografia como esta, nos demoramos um pouco para entendermos como ela foi tirada, em que posição o fotografo estava, que tipo de objetiva ''mágica'' ele estava utilizando.
Esta é uma técnica em que todas as imagens colhidas em um círculo horizontal completo e um semicírculo vertical em torno e acima do fotógrafo são projetadas em uma tela plana.
Para realizar essa façanha, qual quer tipo de câmera (corpo) pode ser utilizado, o segredo dessa técnica e a Objetiva, a famosa Olho de Peixe, 8mm.





Para que a imagem saia perfeita, são necessárias 6 fotografias, 4 a cada 90°, uma vista de cima e a outra vista para baixo, apos as fotos serem tiradas, elas sao ''costuradas'' em um programa específico, como o Ulead Cool 360 ou o Panorama Maker.
Em fotos em 360º é possível navegar pelas fotos, como se você realmente estivesse em um ponto e pudesse ver tudo a sua volta. Em geral, essas fotos são salvas em arquivos MOV ou AVI (do QuickTime) e com o uso no mouse você percorre a imagem. Esse link e um exemplo disso, essa panorâmica foi tirada no ultimo Rock in Rio, um festival de música originário do Brasil, ano passado em 2011,

Uma Objetiva dessa custa em media R$ 2,200 / R$2,080;



O fotografo Josh Sommers, famoso por suas fotos escandalosas e diferentes, é a referência de hoje para esta técnica:



Sites: xyz360

terça-feira, 24 de abril de 2012

Rácio de Fibonacci


O que é o rácio de Fibonacci?


O rácio de Fibonacci foi descoberto por Leonardo Fibonacci por volta do ano 1200, sendo também conhecido como a proporção divina ou número de ouro. Fibonacci apercebeu-se que existia um rácio matemático absoluto que surgia muitas vezes na natureza, uma espécie de ordem universal que desenha a natureza e que a faz ao olho humano, natural e bela. Desde a Renascença que pintores, escultores e arquitetos baseiam as suas obras neste rácio.
A proporção divina pode-se ver em obras famosas como a Mona Lisa ou a Última Ceia, obras de Leonardo da Vinci; hoje em dia até a Apple usa esta proporção em muito do seu design, sendo também usada por muitas empresas de design um pouco por todo o mundo. Embora a regra dos terços seja muito mais fácil de usar, o rácio de Fibonacci pode ser um grande trunfo, se o compreender bem. Por exemplo, em alguns programas de fotografia como Lightroom, existe um overlay que lhe permite fazer um crop à imagem de acordo com esta proporção. Com esta referência conseguirá que esta proporção coincida com as linhas ou pontos de interesse na sua fotografia.
Mais concretamente, a Sequência de Fibonacci consiste numa sucessão de números, tais que, definindo os dois primeiros da sequência como 0 e 1, os números seguintes serão obtidos por meio da soma dos seus dois antecessores. Portanto, os números são: 0,1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,144,233,...
Dessa sequência, extrai-se o número transcendental conhecido como número de ouro também conhecido matematicamente como Phi (1,618).
O número de ouro é aproximado pela divisão do enésimo termo da Série de Fibonacci(1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,..., na qual cada número é a soma dos dois números imediatamente anteriores na própria série) pelo termo anterior. Essa divisão converge para o número áureo conforme a tornamos cada vez maior.
Essa sequência aparece na natureza, no DNA, no comportamento da refração da luz, nos átomos, nas vibrações sonoras, no crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, nos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões, etc.
Aplicar a proporção divina à fotografia pode fazer com que uma fotografia seja algo que uma pessoa considere agradável à vista, sem saber bem porquê; na realidade o subconsciente humano deteta este rácio inconscientemente.


Para aplicar o rácio de Fibonnaci a uma fotografia, basta aplicar o que é semelhante à regra dos terços: uma grelha dividida em 3 partes. 
A diferença é que em vez de ter a grelha dividida em 3 partes iguais, a grelha divide-se em: 1+ 0,618 + 1.



Nestes casos o ponto dominante está no olhar pois encontra-se numa das intersecções de Phi.
(não confundam com o número PI)



Se ainda quiser ir mais longe, pode optar por aplicar o rácio por inteiro à imagem e ainda conseguir um detalhe maior. Nesta imagem, dá para perceber que existe uma ligeira diferença entre as intersecções das linhas Phi e o local perfeito de Phi. Nesta imagem o centro da face está alinhado pela espiral e o olhar posicionado no ponto mais próximo da Phi.



Neste caso, em vez de se optar por colocar a linha terrestre de acordo com a regra dos terços, esta foi mudada para a linha Phi inferior; colocou-se também o olhar do coelho mesmo na junção das linhas de Phi. Este é um bom exemplo de como se pode obter uma fotografia diferente, na realidade menos previsível.
Se gostaria de perceber ainda melhor o que significa o rácio de Fibonacci na natureza, o ideal será dar uma vista de olhos a este vídeo.
O rácio de Fibonacci é uma excelente ferramenta na composição de uma fotografia, ajuda muito a criar fotografias mais originais, e torna uma fotografia muito diferente do que quando se utiliza a regra dos terços; aliás esta não deve nunca ser vista como uma pequena variante da regra dos terços, porque na realidade a diferença é muito grande. 
Esta é a grande diferença que faz com que se consiga uma fotografia que naturalmente se gosta.


Espero que vocês tenham curtido!!
Amanhã confiram mais novidades no Blog!!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fotografando no modo Manual


Produzir sua própria fotografia sem depender do modo automático além de ser prazeroso é fundamental para quem pretende avançar na fotografia, dedicação e coragem são duas características importantes nesse momento, dedicação para entender os conceitos básicos de exposição ( Abertura do diafragma + Velocidade do obturador + ISO) e coragem para sair do modo automático.

Se você como muitos corajosos decidiu desbravar o modo manual vai precisar de uma câmera SLR( Single, Lens, Reflex) ou que no minimo lhe proporcione controles manuais, caso ainda não possua uma vou sugerir alguns simuladores fotográficos que você vai poder praticar enquanto acompanha nosso blog.




ISO
ISO é a indicação do quão sensível é o filme para a luz, sendo representado por números (100, 200, 400, 800...). Quanto menor o número, menor a sensibilidade do filme para a luz, e menos granulada sua imagem será.
Altos valores de ISO são geralmente usados em situações de pouquíssima luz, para se usar tempos de exposições menores, e assim, não obter fotos borradas ou tremidas. Mas o custo será a obtenção de fotos com mais ruído.



ABERTURA DO DIAFRAGMA

Como pode observar na imagem abaixo a abertura do diafragma é o diâmetro situado no interior da objetiva, quanto maior mais luz temos alcançando nosso sensor ou filme num determinado tempo.
As diferentes aberturas são conhecidas como f/pontos ou f/números, cuja sequencia padrão é: f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22.
Nesta escala, á medida que passamos de um número para o próximo, significa que estamos dobrando ou diminuindo pela metade a quantidade de luz que alcança o filme sensor.










O QUE É VELOCIDADE DE OBTURADOR
A velocidade é a quantidade de tempo que o diafragma ficará aberto expondo o filme ou sensor, quanto mais tempo, mais luz entra.
Quando usamos velocidades altas congelamos os elementos da imagem



Quando usamos velocidades baixas tudo que se movimenta fica borrado dando à impressão de movimento a cena




sexta-feira, 6 de abril de 2012

Algumas dicas importantes sobre Composição


Para Henri Cartier Bresson: 
A Composição deve ser uma de nossas preocupações constantes, até nos encontrarmos prestes a tirar uma fotografia: e então, devemos ceder lugar a sensibilidade”

Com as novas câmeras digitais temos o costume de apenas apontar e tirar a foto e isso qualquer um faz.


Um Bom fotógrafo é aquele que analisa o ambiente, vê iluminação, o fundo e principalmente a composição.
Ele também precisa ter um olhar criativo e saber criar boas composições.
Pois é através da disposição e direção dos objetos em uma cena que transmitem idéias

Entende-se como objeto tudo oque está na fotografia tanto pessoas como carros prédios animais arvores e qualquer outro elemento e as vezes é impossível dirigi-los, por isso cabe ao fotógrafo se posicionar melhor, mover a câmera um pouco para o lado, deitar no chão ou subir em uma escada tudo para conseguir um ângulo melhor.


Quando for possível dirigir não tenha medo peça para a pessoa fingir atuar e faça oque for preciso para a fotografia transmitir o sentimento que você deseja passar.


Existem certas regras que podem ajudar no seu processo criativo, mas não as leve como regras pelo resto da vida as vezes é bom quebrá-las e levar em conta sua sensibilidade.

Mas para nós que estamos aprendendo 
é sempre bom saber quais são elas e como funcionam.
Como a Regra dos Terços que consiste em imaginar 
a área da fotografia dividida em três colunas verticais e horizontais.


Os pontos formados pelas intersecções são os pontos de interesse e é onde se deve colocar o objeto mais importante da cena.


Em imagens em movimentos é muito importante considerar a direção do movimento do objeto e geralmente deixar um espaço a frente indicando o seu caminho passando uma sensação de liberdade.


Esta regra também é recomendada em imagens de pessoas em que o foco é a direção do olhar.


Linhas são elementos muito comuns nas fotografias e quando bem utilizadas podem dar um bom impacto a imagem, são três tipos de linhas que podemos trabalhar:
as Horizontais, as Verticais e as Diagonais.
As Horizontais dão certa tranqüilidade e/ou descanso a imagem como também servem para guiar os olhos da esquerda para a direita até o assunto principal...


Linhas Verticais são mais fortes e geralmente nos levam a pontos de fuga e nos mostram melhor a profundidade da imagem. 
É importante mantelas o mais paralelas possível  com os lados da foto
 linhas verticais fazem o olhar perseguir seu caminho até o final mas não é por este motivo que você deve compor uma imagem só com linhas é sempre interessante ter outros elementos na foto levando em conta que naturalmente o ser humano lê uma imagem da direita para a esquerda.


Linhas verticais

Linhas Diagonais

Outro ponto importante é Focar nas coisas boas, por isso tente não incluir muitos elementos em sua fotografia pois os extras podem confundir o espectador.


Enfim simplifique...
  Fundos mais simples são sempre melhores pois eles não tiram a atenção do objeto principal.


Fundos são muito importantes por isso preste muita atenção neles:
Você não quer galhos de árvores parecendo sair de sua cabeça 


ou horizontes tortos.


Estas são apenas algumas regras que vão nos ajudar a compor melhor nossas fotos.

Agora vamos falar um pouco sobre Enquadramento:
Existem vários tipos de enquadramento e cada um tem um propósito.
Existem os planos gerais, médios e primeiros planos.

O Plano Geral tem como elemento principal  o ambiente e o sujeito é apenas um elemento dominado pela situação e por este motivo o enquadramento tem que ser geral mostrando bem a paisagem.


 Outro plano bem conhecido é o Plano Americano que consiste no enquadramento de uma pessoa que corta acima do joelho  mas abaixo da cintura este era um plano muito usado em filmes de faroeste pois ele era ideal para enquadrar os personagens em duelos pois permitia ver bem as pistolas.


O Plano Médio mostra a pessoa da cintura para cima e é indicado para fotos de duas pessoas.

        
Close-up ou Primeiro Plano mostra apenas os ombros e a cabeça e servem para captar as emoções expressas no rosto da pessoa.


Primeiríssimo Plano, Super Close ou Big Close-up mostra só a cabeça na tela e tem como objetivo revelar as características e emoções mais profundas do indivíduo.


O Plano de detalhe ou Plano Extreme Close-up servem para enquadrar detalhes como por exemplo olhos, boca um anel no dedo e basicamente detalhes que passariam despercebidos em planos maiores e por este motivo ele é muito usado para fotos de jóias.


Enfim Galera, espero que curtam as dicas!
Existem muitas outras mas por hoje são estas, em breve virei com mais curiosidades e dicas fundamentais na composição de uma fotografia...

Estas dicas encontrei no Trabalho de conclusão de curso de mídia eletrônica do aluno Gustavo Esser  Schmidt aluno da Faculdades integradas ASSESC disponível no You tube.

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