quarta-feira, 9 de maio de 2012

Grande Angular e Tele Objetiva, Qual a diferença?

                Qual a diferença entre Grande Angular e uma Tele Objetiva?
Olá pessoal, achei algo interressante e gostaria de compartilhar.
Porque não criarmos técnicas de aprendizado? Adorei a ideia, espero que gostem também.
Tente imaginar que uma lente é um retrovisor de automóvel.


Compare uma grande angular com um retrovisor lateral.
Temos uma visão aberta permitindo enxergar tudo que estiver nas laterais esquerda ou direita. Ao mesmo tempo temos a impressão, de que tudo parece estar longe.

Agora compare uma tele objetiva com um retrovisor frontal.
Temos uma visão fechada, permitindo enxergar limitadamente, dando a impressão de que tudo esta perto.



terça-feira, 8 de maio de 2012

Depth of field - DOF

Terça-feira é dia de: Linguagens fotográficas

Em nosso blog já tivemos um post falando sobre diversas linguagens da fotografia (Linguagem Fotográfica. Você sabe o que é isso?), no post de hoje entraremos mais a fundo no tema Depth of field, profundidade de campo em inglês.

Antes de vermos esse assunto, precisamos entender sobre foco.
Quando tiramos uma fotografia e queremos que nosso objeto principal esteja nítido e visível, transformamos ele em nosso destaque, nosso foco.
O foco pode ser tanto manual ou automático. Manualmente você gira o anel da sua lente. Nas lentes automáticas você pressiona o botão do obturador somente um pouco (meio-toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.


A profundidade de campo é a distância por diante e por detrás do ponto focado que aparece com nitidez numa foto.

Existem 3 elementos que fazem variar a profundidade de campo:

1° A abertura do diafragma
Para maior abertura do diafragma menor profundidade de campo.
Como se vê na imagem, a foto feita a f/2.8 (maior abertura de diafragma) tem uma profundidade de campo menor.
Igualmente, vemos que a foto feita a f/22 (menor abertura de diafragma) tem uma profundidade de campo maior.

2°A distância focal (zoom)
Para maior distância focal (mais zoom) menor profundidade de campo. Como se vê na imagem, a foto feita com um zoom de 35 mm tem uma profundidade de campo maior que a foto feita com um zoom de 100 mm.



3° A distância real entre a câmara e o ponto focado
Quanto menor é a distância ao sujeito que se foca menor é a profundidade de campo. Como se vê na imagem, a foto feita a 1,5 metros do sujeito tem uma profundidade de campo menor que a foto feita a 4,5 metros.


Como utilizar a profundidade de campo em minhas fotos?
Ao fazer uma foto verifica que partes da cena queres focadas e que partes não.
  • Profundidade de campo reduzida (curta), ajuda a destacar o elemento principal da foto.
Foto de Arquivo Pessoal

  • Profundidade de campo ampliada (Longa), serve para fotografar toda a cena o mais nítida possível e não esconder nenhum detalhe.


Bom, para que você possa treinar um pouquinho, aqui em baixo temos um simulador :)




Sites e Blogs de referência

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Grip?

O Grip é um acessório que se conecta no lugar da bateria. 
Ele é útil de diversas formas:
1º Ele aceita duas baterias por vez ao invez e uma (como é habitual nas câmeras) 
2º Ele facilita a empunhadura para tirar fotos verticais e tem botões inteligentes também para facilitar nas fotos verticais.

Aqui está ele e como fica a câmera com ele:

Grip visto por trás

Grip visto de frente

...e aqui como ficou os dois juntinhos!

Espero que tenha sido útil aprender mais sobre ele!!
Até mais pessoal!



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Casamentos: Olhando por outro ângulo.

Olá! Tudo bem?

Nas últimas sextas feiras falamos de fotógrafos de referência. Aqueles caras que a gente olha as fotos deles e, em um primeiro momento, vem aquele pensamento: "O quê que eu tô fazendo aqui??!!"
Digo em um primeiro momento, porque as fotos dos caras são um deslumbre, uma leveza, detalhes, que nos deixam boquiabertos e nos perguntamos como é que ele fez aquela fotografia.

Mas a seguir, ao observarmos com um olhar mais avaliativo, e mais crítico, continuamos nos deparando com aquele deslumbre, a mesma leveza, os mesmos detalhes, mas com um outro pensamento: "Como ele fez isso?", e "Como eu faço pra chegar nesse resultado?"

Acho que é nesse momento que devemos nos inspirar e colocar "um objetivo na nossa objetiva!", para crescermos como pessoas e como bons fotógrafos.

Como todas as sextas colocamos aqui algum exemplo, hoje não vai ser diferente.

Quem? Vinícius Matos
Quem ele é? Mineiro de Belo Horizonte, é considerado um exemplo de inspiração, estilo, técnica e criatividade. Formado em administração e especializado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (Rio de Janeiro), deu início a sua carreira fotográfica no ano de 2006. Além de fotógrafo, Vinícius ministra workshop's e já esteve na Europa, Estados Unidos e alguns países da América Latina compartilhando seu conhecimento.

Já esteve no topo da lista da ISPWP (International Society of Professional Wedding Photographers), organização que reúne os melhores fotógrafos profissionais de casamento do mundo. E também já esteve na lista das 50 melhores fotografias de casamento, montada pela Junebug Weddings.

Seu trabalho ganha destaque pela forma íntima com que fotografa. Prevalecendo o estilo de fotojornalismo, Vinícius reporta e registra os momentos do casamento sempre considerando um elemento muito importante nesta área, a emoção.

A criatividade é palavra constante em sua vida e fotografia. Costuma dizer: “Um fotógrafo criativo certamente trabalha com mais prazer e, além disso, vale mais perante seus clientes”.

Vinicius é um fotógrafo que está buscando sempre por algo inovador, e é nessa busca que ele encontra o melhor clique. Vamos conferir um pouco do belo trabalho deste grande nome da fotografia nacional.










"A fotografia além de profissão é um hobby. Faço então parte de um seleto grupo de pessoas que ama o que faz. Hoje é impossível falar de mim sem falar em fotografia, casamentos e fotografia de casamento." - Vinícius Matos.

Apreciem, inspirem-se e bons clicks.

Fontes: 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Um giro de 360°

Quarta-Feira é dia de: Técnica

Josh Sommers

Ao olharmos pela primeira vez uma fotografia como esta, nos demoramos um pouco para entendermos como ela foi tirada, em que posição o fotografo estava, que tipo de objetiva ''mágica'' ele estava utilizando.
Esta é uma técnica em que todas as imagens colhidas em um círculo horizontal completo e um semicírculo vertical em torno e acima do fotógrafo são projetadas em uma tela plana.
Para realizar essa façanha, qual quer tipo de câmera (corpo) pode ser utilizado, o segredo dessa técnica e a Objetiva, a famosa Olho de Peixe, 8mm.





Para que a imagem saia perfeita, são necessárias 6 fotografias, 4 a cada 90°, uma vista de cima e a outra vista para baixo, apos as fotos serem tiradas, elas sao ''costuradas'' em um programa específico, como o Ulead Cool 360 ou o Panorama Maker.
Em fotos em 360º é possível navegar pelas fotos, como se você realmente estivesse em um ponto e pudesse ver tudo a sua volta. Em geral, essas fotos são salvas em arquivos MOV ou AVI (do QuickTime) e com o uso no mouse você percorre a imagem. Esse link e um exemplo disso, essa panorâmica foi tirada no ultimo Rock in Rio, um festival de música originário do Brasil, ano passado em 2011,

Uma Objetiva dessa custa em media R$ 2,200 / R$2,080;



O fotografo Josh Sommers, famoso por suas fotos escandalosas e diferentes, é a referência de hoje para esta técnica:



Sites: xyz360

terça-feira, 1 de maio de 2012

Textura? Como assim?

Talvez nenhuma outra linguagem fotográfica seja tão capaz de gerar emoção como textura. 
Se assistirmos uma pessoa caindo de bicicleta, por exemplo, no asfalto descerá um arrepio na nossa espinha ao ver o ciclista arrastando as suas mãos, cotovelos e joelhos. 
Na linguagem cotidiana a utilizamos ela para descrever objetos, pessoas e situações. 


Uma pessoa áspera, um toque macio, esse ai é liso… 
Uma mulher com uma voz macia pode fazer com que percebemos delicadeza e sensibilidade, porem um homem com a foz grave fazer com que sintamos medo ou agressividade. 
Enfim, esses são apenas alguns exemplos de como somos influenciados pelas texturas.
De uma forma mais técnica a textura é o que utilizamos para classificar uma superfície, ou seja, a “embalagem” de uma forma, que utilizamos para distinguí-la de outras.
 Quando encostamos ou visualizamos um objeto ou superfície sentimos se a sua cobertura é lisa, rugosa, macia, áspera ou ondulada. 


A textura transmite uma sensação visual ou táctil. 
Podemos chamar de textura qualquer relevo feito com qualquer tipo material como: 
massa corrida, gesso,  massa acrílica, papel ou diversas outras formas que encontramos na natureza. 
(areia, gelo, folhas, pele, água, terra…)


Podemos utilizar na fotografia a textura de muitas formas até mesmo eliminando-a para causar impacto, uma vez que assim eliminamos aspectos da realidade. 
A textura é elemento muito importante para a criação do real dentro da fotografia, embora possa, também, desvirtuá-lo.


A textura e a forma espacial estão intimamente relacionadas, entendendo-se como textura a forma espacial de uma superfície. 
Entretanto, precisamos entender que através da textura que muitas vezes podemos reconhecer certas formas e o tipo de material que ele foi feito ou podemos afirmar em uma paisagem o campo é gramado ou de terra.


As melhores texturas


Se utilizarmos uma fonte luminosa mais dura, forte e lateral, privilegiaremos mais as texturas de contra partida luz mais difusa, indireta e suave suavizará uma textura ou poderá fazer com que desapareça. 


Utilizando corretamente texturas podemos fazer com que a pessoa que veja a foto sinta aquele objeto ou imagine aquela cena através da sensação transmitida através da imagem. 
Possibilitando uma qualidade palpável à forma plana. 
Ela não só nos permite determinar a aparência de um objeto, como nos dá uma idéia da sensação que teríamos quando em contato.


Podemos, através da luz, acentuar ou eliminar texturas, a ponto de tornar irreconhecíveis objetos do cotidiano. 



Isso Serve tanto para áreas isoladas como para enquadramentos mais amplos.
Por mais que tenha falado é bom sempre lembrar que quanto mais lateral for a luz melhor será realçada as texturas. 


Não é atoa que os melhores horários para se fotografar na rua são no inicio da manhã e no final da tarde quando o sol incide lateralmente.

É isso aí gente espero que este post seja pra vocês tão interessante quanto foi pra mim!
Até Segunda feira que vem quando vamos falar um pouco sobre equipamentos!!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Equipamentos Fotográficos é hoje!


Li essa semana um post no blog de Fotovidade super interessante falando sobre Equipamentos e acessórios fotográficos. O interessante é o efeito causado por esses acessórios, e como eles são importantes para uma boa fotografia. Quero focar nos acessórios já que aqui no Len5 já falamos sobre as câmeras em si. 

Muitas vezes nos deparamos com fotos incríveis, tonalidades que dificilmente vemos por aí, e a primeira pergunta que nos vem a cabeça é: é montagem? Photoshop? E os efeitos a moda antiga que no final das contas nunca saíram de moda, são os acessórios que usamos nas nossas objetivas. Vejamos:


Filtros U.V - ele tem como objetivo proteger sua objetiva e também diminui os raios ultra-violetas. 








Polarizador - Esse filtro é extremamente importante, ele é capaz de eliminar reflexos em vidro, laminas d'água, imagens refletidas. Por exemplo: fotografar fundo de um rio raso, esse filtro elimina possíveis reflexos vindos do céu e possibilita enxergar seu fundo. Ele tem a função de aumentar o contraste das cores deixando o azul do céu ainda mais azul, o gramado verde ainda mais verde. A lente desse filtro é mais escura, como se fosse óculos escuros, possibilitando tirar fotos com velocidades menores, por isso não são indicados para fotos a noite, pois o risco de sairem tremidas é grande.


Closep-up - é uma alternativa muito mais barata para quem gosta de macrofotografia e não pode comprar lentes próprias para isso, devido aos seus preços exorbitantes. Esse filtro proporciona imagens mais perto pegando mais detalhes e nitidez, ele vem com um numero, quanto maior o numero, mais perto ele possibilita chegar.



Filtro de Densidade Neutra - Diminui a luz na fotografia. também permite aumentar o tempo de exposição associado a uma cena. Seu aspecto é semelhante a um vidro cinzento, e são chamados de neutro por que ele não altera as tonalidades do cenário a fotografar. Eles são bastante usados pra fotografar cascatas em plena luz do dia.


E só pra finalizar, vou acrescentar mais um filtro super interessante.


Filtro Estrela - Como o proprio nome já diz esse filtro produz estrelas atraves dos pontos de luz que existem na cena. Algumas cameras já vem com esse efeito, mas com o filtro fica ainda mais "original". 

Depois de se familiarizar com esses acessórios que podem nos ajudar e muito a conseguir fotografias sem tanto tratamento, vamos treinar?



Fonte: Fotovidade - aos olhares de Goretti Maria Nolli.



sábado, 28 de abril de 2012

Estudar fotografia?

Que faculdade fazer para se tornar fotógrafo?


Olá! Tudo bem?
Algumas pessoas que amam a fotografia e querem tornar isso uma profissão, sempre se fazem essa pergunta, seja iniciante ou um decano. Dias atrás eu estava conversando com algumas pessoas e também ficou o assunto no ar:
"Preciso estudar qual faculdade pra ser um fotógrafo?"
Ou ainda:
"Essa faculdade é reconhecida? Vou entrar fácil no ramo se fizer essa, ou aquela faculdade ou curso técnico?"
Várias são as áreas em faculdades e que abrangem o estudo e que "ensinam" a técnica da fotografia. E em quatro anos (e as vezes até menos), você sai com um diploma, e com o domínio (ou não) da técnica. Mas e a arte? E o olhar?
Pra começo de conversa, o que vejo e ouço em todo lugar, e que todos os fotógrafos de carreira dizem, é:
"Estudar e praticar! SEMPRE!"
É essa filosofia que eu adotei pra mim. Acho que todo o estudo é válido. Basta uma certa hora agir, e colocar em prática tudo o que se aprende e colocar a sua identidade, o seu olhar.
Pesquisando mais sobre o assunto, achei algumas coisas que podem ajudar:
- Publicidade e Propaganda / Marketing: ideal para quem quer fotografar moda (ensaios de revista, por exemplo), produtos, editoriais…
- Jornalismo: ideal para quem quer ir para o lado do fotojornalismo (fotografia informativa, jornais, esportes)
- Psicologia / Sociais: para quem quer atuar numa área de fotografia de pessoas “normais” (não modelos profissionais) – eventos, casamentos, books, etc.
- Design: uma faculdade de design também é interessante para qualquer área, pois trabalha bastante com estética/forma e função (as mesmas bases da fotografia.)
- Administração / Relacionadas ao Marketing: não sei se é o caso de fazer uma faculdade inteira (4 anos não é pouco tempo) – mas todo fotógrafo que quer sucesso no mercado precisa ter noção de Marketing e Administração.
- Fotografia: sei que existem lugares que oferecem curso superior em fotografia… sinceramente acho que isso não é necessário. Primeiro porque não é preciso diploma para exercer essa profissão. Segundo que com um pouco de dedicação você aprende tudo que é ensinado em uma faculdade tão específica. Na minha humilde opnião fazer cursos curtos de fotografia ou até mesmo de história da arte é muito mais produtivo.
Alguns fotógrafos profissionais vão dizer: "Fazer uma faculdade para ser fotógrafo é bem dispensável. É bom lembrar que cursos e workshops são bem mais legais". 
Eu sou uma pessoa que gosta muito de estudar. Mas estudar mesmo. Enfiar a cara nos livros nem tanto, mas escutar alguém que entende do assunto de meu interesse e depois da teoria ir direto para a prática, pra mim, não importa o tempo que leve, importa é que eu aprenda o "porquê" daquilo. Gosto muito das coisas práticas também, e em cursos rápidos e workshops é ensinada a prática daquilo que você quer, sem enrolaçõesprovas, “presença” e outras “bobagens” de faculdade. Você está pagando por algo que quer mesmo aprender, com o “professor” que te interessa, e assim é muito mais fácil adquirir conhecimento.
Outra opção prática para quem quer aprender a fotografar sem precisar de faculdade é escolher sua área e ir trabalhar nela! Encontre um fotógrafo para ajudar, segurar luz, dar assistência e assim você vai aprender e crescer.
Pense onde você quer chegar, focalize, fotometre, saiba porque você fez aquilo e um ótimo clique!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Pets pelas lentes de Johnny Duarte

   Se tratando de Johnny Duarte, o bicho pega. Experto em capturar a beleza e espontaneidade dos animais.

    Seu interesse por fotografia surgiu quando era pequeno, ao acompanhar seu pai que é fotografo e especialista em eqüinos. Surgiu então à vontade de experimentar o desafio de fotografar animais. Aos 15 anos, economizou dinheiro e comprou seu primeiro equipamento; terminou o colegial entrou na faculdade de propaganda.Trabalhou nove anos como diretor de arte; fotografia para ele era apenas um hobby, não pretendia viver disso.

    Devido sua paixão por animais, aquilo que seria apenas distração devagar foi tomando direção, garante. "Consegui unir duas coisas de que gosto muito: a fotografia e os animais".Logo depois deixou a agencia o qual trabalhava para se dedicar totalmente a fotografia de animais.Desde de então,vem ganhando destaque num mercado considerado pequeno, mas aos poucos isso está mudando.Trabalha a 14 anos neste ramo que escolheu por pura paixão. Seus clientes são proprietários ou criadores de animais, para exposição, criação ou apenas companhia, agências de publicidade, pet shops e as próprias empresas ligadas ao setor, como as de ração para animais.

Se você também é apaixonado por animais vai adorar as fotos 
Dá só uma espiada:










                            
                                            Gostou?? Visite o  SITE>>  e confira seu portfólio

quinta-feira, 26 de abril de 2012

As primeiras fotografias digitais

O que seria de nos sem a fotografia digital? Bom, teríamos poucas fotos de gente fazendo biquinho no espelho e mais fotografias pensadas. A fotografia digital mudou toda a história fotográfica, com ela começamos a ter a facilidade de poder ver a foto depois de tira-la, transferi-las em um Pen drive ou um CD com rapidez, envia-las com agilidade para qualquer numero de pessoas, postar fotos de nossas vidas em redes sociais.
Em pleno seculo 21, a fotografia digital já não e uma novidade, o desenvolvimento das câmeras digitais tem sua origem nas pesquisas militares durante a Segunda Guerra nos EUA. As comunicações digitalizadas por meio de mensagens criptografadas foram testadas e utilizadas como tática de guerra.
O desenvolvimento da tecnologia fotográfica digital foi responsabilidade do programa espacial americano. Em 1965, a sonda Mariner 4 fez as primeiras imagens digitais captadas sem filme que registravam a superfície de Marte.
Fotografia tirada pela sonda Mariner 4


O primeiro protótipo de câmera digital foi criado pela Kodak, baseado nesse CCD, em 1975. Pesava 4kg e gravava imagens em uma fita cassete.

Primeira câmera digital da KODAK que gravava fitas em K7


Em 1981, a Sony, causou uma grande revolução ao colocar no mercado de consumo a primeira câmera digital, a Mavica, que capturava imagens de 0,3 megapixels e custava em torno de US$ 12 mil. Armazenava 50 fotos nos Mavipaks, que eram disquetes de 2 polegadas.

Sony Mavica FD5, primeira câmera digital do mercado

A grande sensação das imagens digitais aconteceu durante as Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. A Canon utilizou seu protótipo de câmera de vídeo estático e fez parceria com o jornal japonês Yomiuri Shimbum e transmitia as imagens, via telefone, para o Japão de fotos de 0,4 MP. As imagens levavam meia hora para chegar, e deram um banho nos outros jornais, que dependiam de aviões para levar os filmes.
A partir daí a fotografia digital começou a ser desenvolvida rapidamente e os primeiros modelos populares chegaram ao mercado em 1990. E não pararam até hoje. A cada dia temos um novo lançamento. E, com certeza não vai parar por aí, muitas novidades ainda vão surgir no mercado digital.


http://www.foto-facil.com/2011/04/historia-da-fotografia-digital.html
Marcia Costa








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